O livro "História da Câmara de Vitória" de Estilaque Pereira dos Santos, em seu capítulo "Era Collor", retrata como impactava as póliticas, do então Presidente Collor, na Câmara de Vitória, em consequécia para a cidade de Vitória.
No capítulo que trata "A ERA COLLOR", na página 415, o históriador Estilaque Pereira aborta a intervenção dos vereadores para o tema. É dito que "Na metade de seu mandato, já que havia tomado posse há cerca de dois anos, Otaviano de Carvalho, uma das mais expressivas lideranças da Câmara na legislatura, discordou da crítica que um colega lhe fez por se ater "muito pouco aos problemas de Vitória". Otaviano admitiu que realmente Vitória era uma "ilha", mas "era igualmente verdadeiro" que ela está "situada no contexto nacional", e isso justificaria a sua constante referência aos grandes problemas nacionais.
Namy Chequer, da mesma maneira, fez severas críticas a Collor, afirmando que os jornais e as revistas do país só estavam trazendo, em suas primeiras páginas, notícias de irregularidades e falcatruas do presidente Collor, em parceria com seu amigo PC Farias, afirmando que "lá fora o senhor Collor também é taxado de ladrão." Para concluir, informou que Collor: "É mentiroso, o seu governo está desacreditado, restando apenas ser substituído por outro." Embora considerando essas palavras desrespeitosas com a pessoa do presidente, Anselmo Laranja, que afirmou ter votado em Lula no segundo que Namy Chequer estava coberto de razão e que: "Pelas falcatruas, os roubos e as sonegações que faz o senhor PC Farias, a sua condenação seria a pena de morte, se considerou ela existisse no país. Página 420.


