O inicio da década de 60 foi o momento da história do movimento estudantil, marcado pela legalização das entidades, foram aprovados um conjunto de leis que contribuíram para dar mais legitimidade para o movimento estudantil capixaba.
Com essas leis, hoje é possível compreender como as entidades de estudantes (União Estadual dos Estudantes – UEE/ES e a Casa do Estudante Capixaba – CEC) consolidaram seu patrimônio, Digo isso a respeito do Ginásio Jones dos Santos Neves, em Bento Ferreira e a Sede da UEE, situado na Rua Washington Luiz – Centro, Vitória – ES.
No Brasil, viviamos um clima de certa instabilidade política com a renúncia de Jânio Quadros e a posse de João Goulart para Presidente da República. Com a posse de “Jango”, entravamos em um momento de possibilidades de reformas democraticas no Brasil.
No Espírito Santo no inicio dos anos 60, era o fim do governo de Carlos Fernando Monteiro Lindenberg e o inicio do governo de Raul Giuberti. O quadro nacional tinha um impacto forte na política local.
Infelizmente, o Golpe de 64, coloca de molho qualquer possibilidade de reformas no Brasil e para piorar coloca as entidades estudantis na ilegalidade.
Nos inicio dos anos 60 foram um conjunto de Leis que contribuiu para garantir a legalidade dessas organizações.
- Lei Estadual nº 1583 de dezembro 1960, que autoriza o Poder Executivo a doar a Casa do Estudante Capixaba o terreno em Bento Ferreira.
- Lei Estadual nº1640 de outubro de 1961, que declara de utlidade pública a União Estudal dos Estudantes do Espírito Santo.
Leis sansionada pelo então Governador Carlos Fernando Monteiro Lindenberg.
No municipio de Vitória – ES
- Lei Municipal nº 923 de 7 de outubro de 1960, que concede 50% de abatimento no pagamento das passagens do transporte público. Sancionada pelo então Prefeito de Vitória, Adelpho Poli Monjardim.
- Lei Municipal nº 967 de 6 de junho de 1961, que considera de utilidade pública a União Estadual dos Estudantes do Espírito Santo – UEE/ES. Sancionada pelo então Prefeito, Adelpho Poli Monjardim.
- Lei Municipal nº 1530 de 7 de dezembro de 1965, que consideram de utilidade pública a União dos Estudantes Secondarista do Espirito Santo – UESES. Sancionada pelo então Prefeito Solon Borges Marques.
Foram grandes as contribuições dadas pelos administradores da capital e do governo do Estado do Espírito Santo, tenho certeza que este gesto contribuiu para a fortalecer a resistência dos estudantes capixabas no período de chumbo vivenciada anos depois. Contribuiu também para a manutenção do património dos estudantes e é claro nos ajuda a conpreender um pouco o momento histórico vivênciado pelos estudantes capixabas.
No livro “Vitória – Tragetório de uma vidade” de Carol Abreu, Jones de Biase Martins e Gualberto M. Vasconcellos – 1993” registra a atuação do Movimento Estudantil da década de 60.
“Nos anos 1960 os estudantes brasileiros transformaram-se em importantes personagens da vida política nacional. Numa sociedade, descontentes com os rumos antidemocráticos que vinham se configurando.
No caso de Vitória, toda uma geração de líderes foi construída nas ações de reinvindicações. Desde um Marcelo Santos Neves ou de uma Jussara Lins Martins na engenharia, de um Cesar Ronald, Laerte Camasceno ou Iran Caetano na medicina, a um Comingos Freitas Filho e Zélia Stein na filosofia até a Luiz Moulin ou Maria Guilhermina Massad Campos no Direito. Esta lista precária omite muitos nomes. Nomes importantes certamente. Seu objtivo é apenas o de mostrar a efervecência que abateu-se sobre Vitória no contexto do movimento estudantil que balançava o Brasil.”
Com essas leis, hoje é possível compreender como as entidades de estudantes (União Estadual dos Estudantes – UEE/ES e a Casa do Estudante Capixaba – CEC) consolidaram seu patrimônio, Digo isso a respeito do Ginásio Jones dos Santos Neves, em Bento Ferreira e a Sede da UEE, situado na Rua Washington Luiz – Centro, Vitória – ES.
No Brasil, viviamos um clima de certa instabilidade política com a renúncia de Jânio Quadros e a posse de João Goulart para Presidente da República. Com a posse de “Jango”, entravamos em um momento de possibilidades de reformas democraticas no Brasil.
No Espírito Santo no inicio dos anos 60, era o fim do governo de Carlos Fernando Monteiro Lindenberg e o inicio do governo de Raul Giuberti. O quadro nacional tinha um impacto forte na política local.
Infelizmente, o Golpe de 64, coloca de molho qualquer possibilidade de reformas no Brasil e para piorar coloca as entidades estudantis na ilegalidade.
Nos inicio dos anos 60 foram um conjunto de Leis que contribuiu para garantir a legalidade dessas organizações.
- Lei Estadual nº 1583 de dezembro 1960, que autoriza o Poder Executivo a doar a Casa do Estudante Capixaba o terreno em Bento Ferreira.
- Lei Estadual nº1640 de outubro de 1961, que declara de utlidade pública a União Estudal dos Estudantes do Espírito Santo.
Leis sansionada pelo então Governador Carlos Fernando Monteiro Lindenberg.
No municipio de Vitória – ES
- Lei Municipal nº 923 de 7 de outubro de 1960, que concede 50% de abatimento no pagamento das passagens do transporte público. Sancionada pelo então Prefeito de Vitória, Adelpho Poli Monjardim.
- Lei Municipal nº 967 de 6 de junho de 1961, que considera de utilidade pública a União Estadual dos Estudantes do Espírito Santo – UEE/ES. Sancionada pelo então Prefeito, Adelpho Poli Monjardim.
- Lei Municipal nº 1530 de 7 de dezembro de 1965, que consideram de utilidade pública a União dos Estudantes Secondarista do Espirito Santo – UESES. Sancionada pelo então Prefeito Solon Borges Marques.
Foram grandes as contribuições dadas pelos administradores da capital e do governo do Estado do Espírito Santo, tenho certeza que este gesto contribuiu para a fortalecer a resistência dos estudantes capixabas no período de chumbo vivenciada anos depois. Contribuiu também para a manutenção do património dos estudantes e é claro nos ajuda a conpreender um pouco o momento histórico vivênciado pelos estudantes capixabas.
No livro “Vitória – Tragetório de uma vidade” de Carol Abreu, Jones de Biase Martins e Gualberto M. Vasconcellos – 1993” registra a atuação do Movimento Estudantil da década de 60.
“Nos anos 1960 os estudantes brasileiros transformaram-se em importantes personagens da vida política nacional. Numa sociedade, descontentes com os rumos antidemocráticos que vinham se configurando.
No caso de Vitória, toda uma geração de líderes foi construída nas ações de reinvindicações. Desde um Marcelo Santos Neves ou de uma Jussara Lins Martins na engenharia, de um Cesar Ronald, Laerte Camasceno ou Iran Caetano na medicina, a um Comingos Freitas Filho e Zélia Stein na filosofia até a Luiz Moulin ou Maria Guilhermina Massad Campos no Direito. Esta lista precária omite muitos nomes. Nomes importantes certamente. Seu objtivo é apenas o de mostrar a efervecência que abateu-se sobre Vitória no contexto do movimento estudantil que balançava o Brasil.”
Nenhum comentário:
Postar um comentário